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Como levar dinheiro para o WORK and TRAVEL


O post de hoje é de grande importância para todos que estão indo fazer o work and travel: como abrir uma conta bancária nos EUA e como levar o dinheiro para a viagem.
Como ninguém sabe como vai ser a moradia de cada um, com quem vai morar, não tem nada a ver guardar o dinheiro “embaixo do colchão”. Por isso, aqui vão algumas dicas referentes aos bancos norte-americanos e seu funcionamento.
Para abrir uma conta bancária é muito simples: você vai precisar de apenas de duas identidades com foto (pode ser ,por exemplo, o passaporte e a carteira de motorista do Brasil) e do Social Security Card.
O único problema para quem está indo fazer o work and travel pela primeira vez e por consequência, ainda não tem o Social Security Card, é que vai ter que esperar o Social ficar pronto. Na verdade, a maioria dos bancos usa esse procedimento padrão (requerer duas IDs + Social), porém, há bancos que pedem apenas o número do seu Social (e não o cartão) para abrir a conta. Ainda há casos, que você nem vai precisar do seu Social ou o número dele para abrir a conta, basta as duas IDs.
Uma coisa que vocês irão notar é que nos EUA, ao contrário do Brasil, não existem muitos bancos nacionais. A maioria dos bancos são locais. Os bancos nacionais mais conhecidos são o Wells Fargo e o Bank of America. Outra diferença dos bancos norte-americanos é quase todos não cobram taxas para a manutenção normal da conta. O banco oferece um cartão de débito que pode ser usado sem qualquer taxa também. Outra facilidade que você pode ter com uma conta bancária é que se você preencher no seu trabalho uma autorização, o seu empregador pode fazer o depósito direto em sua conta nos EUA e assim, você não precisa arranjar locais pra ter que descontar o seu paycheck.
Eu, particularmente, aconselho a abrir uma conta bancária em um banco nacional, pois será muito mais fácil de encontrar um caixa automático em qualquer local que você vá morar ou visitar.
Quanto ao dinheiro pra levar pra os EUA, a melhor opção é levar no Visa Travel Money (VTM), um cartão da Visa sem custo nenhum para você ter o cartão ou usar por lá, somente se você for sacar. O VTM é como se fosse um cartão pré pago que pode ser carregado em qualquer casa de câmbio no Brasil.
Uma outra opção para ser levado junto com você é o cartão de crédito internacional, mas aconselho que seja usado apenas para emergências, pois você vai comprar hoje com o dólar numa cotação e pagar em outro mês numa cotação que só Deus sabe...
E claro que além disso, é bom ter uma quantia em cash para taxi ou alguma comida...


FONTE: blog USA,here we go.


Estudantes são ``embaixadores´´do Brasil no exterior



Estudar no exterior é um sonho para muitos, que vêem nessa opção a possibilidade de valorização de sua formação, tanto pessoal como profissional. Mas a relação entre aqueles que alcançam esse objetivo e os países que os recebem não tem apenas uma via. Os visitantes sempre levam para seus locais de origem uma bagagem muito valiosa, mas deixam também suas experiências de vida, seus relacionamentos e atuam como divulgadores da cultura brasileira e das "coisas do Brasil".


Anualmente, mais de 40 mil jovens vão para fora do Brasil estudar: seja para fazer um curso de inglês; um intercâmbio entre universidades; high school (no Brasil, conhecido como ensino médio); ou para estagiar, entre outras atividades. Mas como será que esses estudantes apresentam a cultura brasileira no exterior?


Paulo Edson de Almeida Barreto, 21 anos, apresentador de TV, professor de inglês e estudante de Direito da  UFT (Universidade Federal do Tocantins), fez high school em Izmir, na Turquia. O estudante conta que recebeu um kit de divulgação do Brasil da ONG  AFS (American Field Service), responsável pelo intercâmbio, especialmente elaborado pela Embratur, contendo mapas, cartilha com informações gerais sobre nosso país e uma fita de vídeo com belas imagens. Paulo, que era professor de dança de salão no Brasil, conta como foi o início de sua estadia na Turquia. "Quando eu cheguei lá, encontrei uma escola de dança onde dei aulas durante alguns meses. Aulas de zouk, bolero, chachacha, salsa e samba, ritmos que os turcos desconheciam", explica.

"Levei CD´s, bandeira e blusinhas do Brasil e também um livro que falava várias coisas do nosso país", relata empolgada a administradora de empresas, Carla Carcagnoli Pitta, 23 anos, que estudou inglês em Santa Bárbara, Califórnia, nos Estados Unidos. "Os americanos não entendem muito como nosso país pode ser tão grande. No início, eles achavam que nós morávamos no meio da mata com os macacos. Isso é ridículo mas eles pensavam dessa forma", explica.



"Não sofri nenhum preconceito por ser brasileiro", é o que conta Thomaz Alexandre Napoleão, 21 anos, estudante de Jornalismo e Relações Internacionais da USP (Universidade de São Paulo), que por meio de um intercâmbio da universidade foi estudar Relações Internacionais na Universidade de Paris 8, na França.

Thomaz lembra ainda que divulgou a cultura brasileira em conversas com os amigos sobre como é viver aqui. "Divulguei um pouco a música brasileira através dos CDs que levei e emprestei para amigos e também preparei muitas caipirinhas em festas", relata.


Nossa imagem lá fora

Acreditem ou não, a imagem do nosso país lá fora não é tão ruim quanto às vezes podemos supor. Thomaz conta que os franceses sempre tiveram simpatia pelo Brasil e pelos brasileiros, e atualmente têm mais ainda. "Por dois motivos: o Lula é muito bem-visto pelos franceses - que às vezes o comparam ao Salvador Allende - e a música brasileira está na moda em Paris. Existem discotecas brasileiras (como o Favela Chic, que está sempre lotada), shows de bossa nova e samba. E é muito comum encontrar um francês vestindo a camisa amarela da seleção brasileira", conta entusiasmado.

Na Turquia não é diferente. "Todo mundo conhece e gosta do Brasil, especialmente por causa do futebol. No principal time de lá, o Galatasaray, mais da metade dos jogadores titulares são brasileiros", conta Paulo.

Apesar de afirmar que não sofreu nenhum tipo de preconceito na França, Thomaz explica que os franceses não são tão hospitaleiros com estudantes de todas as nacionalidades. "Em geral, não existe preconceito contra o que é do Brasil, nada que lembre o racismo que existe na França contra imigrantes árabes, africanos, leste-europeus ou mesmo judeus", enumera.

Segundo ele, os europeus têm uma visão meio paternalista em relação à América Latina. "Esperam que um dia consigamos superar a pobreza e cheguemos ao desenvolvimento", acredita Thomaz.

Para Tertulino, a visão negativa que algumas pessoas têm em relação ao Brasil se deve ao fato de que a mídia internacional sempre divulga os piores fatos a respeito do nosso país. "Um dos grandes méritos do nosso programa é transformar aquele jovem que desconhece totalmente o nosso país em um embaixador permanente quando do seu retorno", explica.

No que diz respeito ao preconceito, o presidente da ABIJ conta que é feito um acompanhamento constante dos estudantes por meio de relatórios mensais e nunca foi observado qualquer tipo de discriminação aos participantes do programa.



Tratados: Resumo

Introdução

Um tratado internacional é um acordo resultante da convergência das vontades de dois ou mais sujeitos de direito internacional, formalizada num texto escrito, com o objetivo de produzir efeitos jurídicos no plano internacional.

Após os estabelecimento dos Estados-Nações, os acordos entre povos passam a ser comumente denominados “tratados internacionais”.

O primeiro de que se tem registro histórico é o tratado entre Ramsés II, do Egito, e Hattisuli, dos Hititas, em 1200 antes de Cristo.Uma das primeiras tentativas de regulamentar de que forma se dá essa relação entre os povos ocorreu na Convenção de Havana de 1928, não tendo sido bem sucedida então.

Após sua estruturação, a ONU passa a criar comissões específicas para o estudo e desenvolvimento do Direito Internacional, e desses estudos veio o projeto que se tornou a Convenção de Viena sobre Direito dos Tratados de 1969.

Fruto de seu tempo, a CV/69 não previa a existência de Organizações Internacionais como pessoas de Direito Internacional que celebrassem tratados, razão pela qual vem a Convenção de Viena de 1986 (CV/86) e regulamenta a questão.


Tipos de tratado:

  • Convenção: costuma ser multilateral , e dispõe acerca das grandes províncias ou dos grandes temas do direito internacional. Ex: Convenção de Viena (veja aqui)
  • acordo: mais comumente bilateral ou plurilateral, pode ser também multilateral; é um termo mais genérico utilizado para os tratados;
  • protocolo: costuma ser um tratado acessório a, ou resultante de, um tratado principal. Ex: Protocolo de Kyoto (leia mais aqui)
  • concordata: é o tratado celebrado entre um Estado e a Santa Sé
  • carta ou constituição: costuma designar tratados constitutivos de organizações internacionaiscomo, por exemplo a Carta da ONU. (saiba mais aqui)


Classificação:

Quanto ao número de Partes

Os tratados podem ser bilaterais (duas Partes) ou multilaterais (mais de duas). Em alguns livros, podemos encontrar diferenciados os tratados plurilaterais (mais de duas Partes), que somente utilizam o termo multilateral para um grande numero de Partes.

Quanto à natureza do objeto

Podem ser normativos e contratuais, segundo produzam norma de conduta para as Partes - o chamado “tratado-lei” ou apenas resultem num negócio jurídico - os “tratados-contrato”.


Condições de validade:

São condições de validade dos tratados internacionais:

  • capacidade das Partes Contratantes; apenas os Estados nacionais, as organizações internacionais, a Santa Sé podem celebrar tratados.
  • habilitação dos agentes signatários; Os sujeitos de direito internacional concedem uma autorização formal para que seus agentes negociem e concluam um tratado,-´a chamada "carta de plenos poderes". Os agentes que tem essa carta em seu poder também são chamados de "plenipotenciários". Os atos relativos ao tratado, tomados por pessoa sem plenos poderes, não têm efeito legal.
  • consentimento mútuo e formalidade; O acordo das vontades das Partes é essencial para a existência do tratado , e deve ser expressa de maneira formal (escrita),evitando vícios como erro, dolo ou coação.
  • objeto lícito e possível. "considera-se nulo o tratado cujo objeto conflite com uma regra imperativa de direito internacional geral" (CVDT, artigo 53.)

 
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